
Que temporada mais confusa essa que terminou essa semana, nos EUA. Reviravolta atrás de reviravolta, não é a toa que a audiência caiu.
Primeira regra do bom roteiro: crie personagens que o público se identifique. Quando o passado de todos os personagens muda toda semana, você cria obviamente resistencia a se identificar, afinal de contas, será que fulano ou ciclano é assim ou assado mesmo?
Dizem que é por isso que Heroes passou a frente na audiência (é de fato, um seriado mais linear, mas não menos complexo - falo dele outro dia), mas pra mim o que derruba o Lost é que se antes ele era complexo, hoje ele é também complicado. Uma combinação perigosa.
Desta terceira temporada, acho que só posso destacar dois episódios que me fizeram soltar palavrões na frente da TV: o primeiro episódio da temporada que mostrou os Outros e o episódio 13, The Man From Tallahassee que mostra como Locke ficou paralítico.
Nem o episódio final, Through The Looking Glass, me empolgou tanto quanto esses dois - mas é um grande episódio também, junto com o que mostra o destino final de Paulo, o personagem de Rodrigo Santoro.
Enfim, termina a mais fraca das temporadas de Lost, mas a série tem folêgo ainda.
sexta-feira, 25 de maio de 2007
Lost, 3a. temporada
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